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    O passeio com cães é um serviço altamente especializado e realizado por profissionais qualificados, conhecidos pelos termos em inglês “dog walkers e pet sitter”.

    É um mercado em ascensão, cuja demanda tende a crescer nos próximos anos, em função do aumento do número de horas de trabalho do brasileiro e do significativo número de pessoas que habitam sozinhas e adquirem um animal de estimação para fazer companhia.

    Os consumidores estão ficando cada vez mais exigentes e dispostos a pagar por isso, o que torna o serviço bem atrativo e com possibilidades de ganhos interessantes.

    Muitos profissionais precisam emitir notas fiscais da prestação de serviços, além de conseguir condições de compras melhores pelo fato de ter CNPJ. Para atender a esta necessidade, a formalização como MEI é uma opção viável, que traz também a tranquilidade de estar amparado pelos benefícios previdenciários, como: auxílio doença, salário maternidade, aposentadoria, entre outros. A formalização ocorre através da atividade de: CUIDADOR DE ANIMAIS (PET SITTER).

    Acesse os serviços da nossa plataforma e conheça o que a Dicas MEI tem para você e como pode auxiliar na formalização e no dia a dia como MEI.

    Muitos cães, principalmente os que moram em apartamento e não possuem espaço para brincar e também os que passam grandes períodos sozinhos, afastados de seus donos ou do convívio de outros da mesma espécie acabam desenvolvendo estresse. Para este mal, passear é um ótimo remédio, pois proporciona bem estar e saúde aos animais e ainda traz mais vantagens, como:

  • Passeio com cães diariamente proporciona saúde física e mental; 
  • O exercício melhora o tônus muscular do cão e colabora com a conservação do peso, evitando obesidade até mesmo em cães castrados; 
  • A prática de exercícios com o dog walker auxilia na recuperação de cirurgias e no fortalecimento do tecido ósseo; 
  • Praticar o dog walker sob sol ameno beneficia o sistema imune do cão; 
  • Correr e brincar cansa e desestressa o cão, melhorando sua postura; 
  • O dog walker é uma socialização importante. Ele promove o contato com cães e indivíduos distintos, deixando o cão apto à sociedade; 
  • Visitas em horários alternativos podem ajudar os filhotes a terem maior quantidade de estímulos. Dessa forma, crescem de maneira saudável; 
  • O dog walker oferece uma “pausa” para cães adultos e idosos fazerem suas necessidades fisiológicas; 
  • Cães que só vivem em ambientes restritos e com poucos passeios tendem a ficar muito hiperativos e pouco sociáveis, tornando-se destrutivos e agressivos. Eles devem ter diversão ou passeio por cerca de 3 ou 4 horas; 
  • O dog walker mantém em ordem o treinamento básico de obediência, com comandos de junto e senta. O dog walker nunca será um substituto adequado ao adestramento comum, porém ajuda na repetição e memorização de ensinamentos. 

    Fonte: http://www.caominhando.com.br/dog-walker.asp

    O MEI que inicia no ramo deve analisar a real necessidade de estabelecer um endereço comercial, antes de contar com uma boa carteira de clientes.

    Uma boa alternativa é ter um site que explique os serviços oferecidos com preços e vantagens competitivas. Aproveite para criar a sua marca com um logotipo que traduza o que você pretende entregar ao cliente.

    Para o negócio de dog walker não importa a localização da empresa, pois é o passeador que vai onde o cliente está, o que também é um fator básico de qualidade para o serviço: buscar o cão em domicílio.

    Agora, na hora de trabalhar, vale a pena verificar se no bairro que você pretende trabalhar, já tem concorrência, a quantidade de concorrentes, qual o preço praticado, formas de pagamento, quantidade de prédios de apartamento, serviços veterinários na região, e aproveite para identificar possíveis locais onde possa caminhar com os animais, evitando ruas movimentadas e barulhentas, priorizando praças, parques e jardins, que possam trazer tranquilidade e espaço para o cachorrinho brincar.

    Para o desenvolvimento dos trabalhos junto aos cães é necessário investir em estrutura de atendimento e a grandeza inicial está estimada em torno de R$ 4.000,00 compreendendo: elaboração de site; compra de alguns acessórios, como: bolinhas para as brincadeiras, brinquedos, coleiras, escova para pentear, focinheiras, kit de primeiros socorros, lenços umedecidos, petiscos, sacos de recolher dejetos, toalhas e vasilha para o cão beber água. Já está incluso a aquisição de telefone celular equipado com fone de ouvido para qualquer emergência.

    Em relação aos custos mensais, o MEI tem que prever: contratação de plano de acesso à internet, pois a comunicação e conectividade são fundamentais para atender o cliente; reposição de brinquedos e petiscos para os cães; manutenção do kit de primeiros socorros e a própria locomoção até os locais de trabalho. Um valor médio para cobrir estes custos, fica em torno de R$ 700,00 ao mês.

    Caso venha precisar de ajuda, você como MEI, pode contratar um funcionário e o ideal é que antes de iniciar os trabalhos, aplique treinamento com os conhecimentos adquiridos, além de dar dicas de como tratar bem os cães e encantar os clientes.

    Invista na sua apresentação, procure usar vestimentas que mostrem para o cliente a preocupação com o negócio e tenha o hábito de distribuir cartões de visita, você precisa ser lembrado.

    Procure identificar a hora de diversificar, de agregar valor ao negócio, como passar a ofertar diferentes tipos de serviços, como: hotel para cachorros e banho com tosa.

    Por fim, existem algumas dicas que são fundamentais para a gestão do dia a dia do negócio:

  • Evitar os passeios em horários de sol forte;
  • Não fazer o cão caminhar em locais de tráfego intenso de carros e bicicletas, havendo riscos de atropelamento e de estresse para o animal;
  • Não passear com cadelas no cio, evitando que cães machos sejam atraídos;
  • Quando se leva um animal a um local público, não há como saber se outros que passam por ali estão bem de saúde. Por esta razão, o profissional também pode orientar as pessoas sobre vacinas, e cuidados necessários para evitar que os cães peguem doenças, que podem ser transmitidas em locais onde há grande incidência de animais. Por isso, também é importante que o cachorro que passeia esteja com as vacinas em dia, tome vermífugos e passe por controle de pulgas e carrapatos;
  • O passeador pode solicitar que os animais utilizem placas de identificação. Uma boa dica é confeccionar plaquetinhas de identificação com sua logomarca e dados para contato, no verso, da identificação do animal, como um instrumento de propaganda;
  • Não basta colocar uma coleira no cachorro e sair pelas ruas. Se não for feito previamente um trabalho de adestramento, ele pode se tornar perigoso para os transeuntes e para outros animais. É preciso se certificar de que o cão vai obedecer às ordens do condutor. Também é necessário, ter conhecimentos de primeiros socorros, para o caso de algum acidente com o cachorro durante o percurso. Verifique ainda se animais de diferentes donos se dão bem entre si, antes de encaixá-los no mesmo passeio. Levar água para eles beberem durante a caminhada e saquinhos para recolher as fezes faz parte do serviço. 

    Importante: para outras dicas de comportamento de cães, acesse: http://www.petbr.com.br/infor.asp 

    MEI, preste atenção: outro desafio que ainda deve ser ultrapassado é a questão cultural. A atividade de dog walker é recente no Brasil e alguns proprietários de cães possuem dificuldade em deixá-los com outra pessoa com a qual o animal não conviva diariamente.